Análise dos consumidores de notícias nas mídias sociais
Os resultados da parceria do VIP+com o GetWizer no relatório "Divisão demográfica" mostram que quase metade dos de 15 a 29 anos diz que as contas de mídia social são uma maneira de receber notícias.
Curiosamente, há uma relação inversa entre receber notícias de contas de mídia social e acreditar que a mídia social contribui para a disseminação de rumores.Os dados demográficos mais jovens têm menos probabilidade de concordar com isso, enquanto mais da metade daqueles com mais de 60 anos acreditam que a desinformação tem maior probabilidade de se espalhar na era social.
Uma estatística essencial a ser observada é que cerca de um em cada sete consumidores entre 15 e 29 anos recebe suas notícias apenas nas mídias sociais, uma porcentagem muito maior do que todas as outras faixas etárias.A verificação de fatos é rara nas mídias sociais, e um problema claro é que mais da metade das pessoas com menos de 45 anos recebem todas ou algumas de suas notícias através da mídia.
Razões para a rápida disseminação de desinformação
No entanto, a disseminação da desinformação nas mídias sociais é tão rápida e se espalha tanto que qualquer um pode ser um fornecedor e vítima de desinformação.
As notícias que contêm desinformação provaram ser mais novas do que as notícias que contêm informações reais - elas contêm novas informações que os usuários nunca viram antes.A desinformação pode provocar uma resposta emocional instintiva dos leitores, com pessoas mostrando maior surpresa e nojo.Essa novidade e impulso emocional parecem ser o que gera mais retweets.
Especialmente entre os jovens consumidores de notícias, as mídias sociais têm uma forte influência nas notícias, para que seja necessário uma supervisão mais formal.